<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Primeira Igreja Batista de Nova Odessa</title>
	<atom:link href="http://www.pibno.org.br/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pibno.org.br</link>
	<description>Estrada Rodolpho Kuvitz, Km 05 - Fazenda Velha - Nova Odessa- SP</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jul 2010 14:22:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Avaliações</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=83</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=83#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 14:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
		<category><![CDATA[Todos]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliar]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliar-se]]></category>
		<category><![CDATA[Erros]]></category>
		<category><![CDATA[Falhas]]></category>
		<category><![CDATA[Juízes]]></category>
		<category><![CDATA[Julgar]]></category>
		<category><![CDATA[Legalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moralismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tolerância]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=83</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek. Quando assistimos a um jogo de Copa do Mundo ou mesmo qualquer outra modalidade esportiva, além do narrador há sempre alguém que faz comentários do que está acontecendo no esporte praticado. E é de se notar que as avaliações geralmente são...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><a href="http://www.pibno.org.br/wp-content/uploads/2010/07/a_culpa_e_sua.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-86" title="a_culpa_e_sua" src="http://www.pibno.org.br/wp-content/uploads/2010/07/a_culpa_e_sua-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
Pr. Verner Gilberto Musenek.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando assistimos a um jogo de Copa do Mundo ou mesmo qualquer outra modalidade esportiva, além do narrador há sempre alguém que faz comentários do que está acontecendo no esporte praticado. E é de se notar que as avaliações geralmente são de pessoas que já atuaram no esporte e que então colocam-se em posição de quem pode falar com propriedade ou conhecimento de causa – e os comentários são até muitas vezes pertinentes e coerentes com o que está acontecendo no momento da prática do esporte. Mas também acontece que muitas outras vezes os comentários são exagerados, infundados e não verdadeiros, é resultado mais de uma emoção do que de uma razão; chega dar a impressão que o comentarista nunca esteve no lugar do atleta. Em um mesmo jogo de futebol, por exemplo, um jogador pode ser ridicularizado quando erra um passe ou mesmo ser colocado em posição de estrela quando faz o gol. Parece que muitos ex-atletas que hoje são comentaristas se sentem confortáveis em apenas apontar ou avaliar irregularidades que eles mesmos não podiam evitar quando atuavam em um jogo de futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">Como pessoas, somos constantemente avaliados e também temos a facilidade de avaliar os outros. Provavelmente neste momento alguém deve estar avaliando a conduta de outra pessoa ou até imaginando porque o outro não pensa e se comporta do modo como eu acho correto. Alguém já disse: <em>“Vemos os defeitos alheios panoramicamente; o difícil é vermos as nossas próprias falhas”</em>. E isto é verdade – como é difícil o ser humano ter a capacidade de olhar para dentro de si e perceber como muitas vezes não têm sequer moral para corrigir os outros. Lamentavelmente muitos cristãos já foram machucados por não terem obtido um grau de perfeição que é tanto exigido, mas pouco praticado por quem os exige.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro do conceito de igreja, obviamente que não é errado apontar correções para os outros e ajudar quando nota-se que alguém de fato pode ser mais bem orientado – e isto é bíblico e saudável – mas também é triste quando facilmente se identifica pessoas que buscam apenas sustentar ou só se sentem satisfeitos nutrindo o seu “eu” mostrando sempre ser superior aos outros. Paulo escreve à igreja de Filipos: “<em>Não façam nada por competição e por desejo de receber elogios, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo”</em> (Fp 2.3).</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre vários personagens bíblicos, Neemias é um dos que mais nos ensina sobre a capacidade de valorizar pessoas. Com um conceituado emprego (copeiro do rei), deixa-o, sai de sua terra e aprecia Jerusalém com um aspecto nada animador: muros destruídos e muita gente desanimada. É provável que muitos de nós buscaríamos respostas que julgassem os moradores de Jerusalém como incapazes ou medrosos. Mas Neemias ganha todo o povo quando:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Mostra uma vida nas mãos de Deus;</p>
<p style="text-align: justify;">2. Identifica-se como uma batalha de todos, inclusive dele.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Participa da obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas credenciais não eram a sua profissão anterior, posses ou a capacidade de saber mais do que os outros. Mas era conhecido como alguém que tem o Senhor muito perto: <em>“O Deus dos céus é quem nos dará bom êxito”</em> (Nm 2.20).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando assistir algum esporte, lembre-se de que você não está lá atuando. Pode-se até fazer algumas avaliações, no entanto não se esqueça que o atleta que está praticando determinado esporte já se esforçou muito para que atingisse tal posição. Quando for criticar o trabalho de alguém, pense qual foi a sua contribuição. Se for tentado a criticar pessoas, analise se dispõe do mesmo tempo e dedicação para falar sobre aspectos positivos dos outros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=83</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seja bem vindo!</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=51</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=51#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 10:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=51</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=51</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>União de Jovens da PIBNO</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=48</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=48#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
		<category><![CDATA[Todos]]></category>
		<category><![CDATA[UniJovem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=48</guid>
		<description><![CDATA[União de Jovens da 1ª Igreja Batista de Nova Odessa. 12 de agosto de 1907: a história começa aqui. Eles vinham de troli, a pé ou à cavalo. Com poeira ou barro, um a um chegava ao lugar comum: a igreja. Limpavam o pátio da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>União de Jovens da 1ª Igreja Batista de Nova Odessa.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>12 de agosto de 1907: a história começa aqui.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eles vinham de troli, a pé ou à cavalo. Com poeira ou barro, um a um chegava ao lugar comum: a igreja. Limpavam o pátio da igreja de camisa social e gravata. Esta era uma das principais responsabilidades deles &#8211; dos jovens &#8211; e se não a cumprissem, tinham que pagar uma multa: e tinha que ser em <em>naudin </em>(dinheiro).</p>
<p style="text-align: justify;">Já naquela época tinham as idéias inovadoras para os dias em que viviam. Parece que jovem foi sempre assim: dado a inovar, criar. Mesmo que muitas vezes não seja a melhor idéia, ela surge. Com o material de construção que sobrou da obra do templo, os jovens da época queriam construir uma sala somente para eles. Resultado: não foi aprovado pela igreja pelo receio de que tal atitude causasse divisão.<span id="more-48"></span>Os jovens que começaram o trabalho tinham um estilo de vida diferente. Curso médio não era obrigatório. Faculdade? Para poucos. A roça era o meio de sobrevivência. Peles claras queimadas pelo sol compunham o plano de Deus para um povo que encontrou nesta pátria, uma terra de braços abertos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não tinham celular, internet, telefone, carros ou um simples e-mail. Mas viveram. Mais do que toda a modernidade oferecida em nossos dias, o principal eles tinham: a fé transmitida pelos pais. Uma fé que não depende de qualquer avanço tecnológico ou graduação, mas que depende de crer.</p>
<p style="text-align: justify;">Como criam, gostavam de trabalhar também na igreja. Por isso, em 12 de agosto de 1907 um grupo de jovens da Primeira Igreja Batista de Nova Odessa decidiu, sob o incentivo e liderança do Pr. Ricardo Inki, a oficializar a “União de Mocidade”. Entre os 18 primeiros, estavam João Diener e André Leekning. Posteriormente, como destacado líder que se preocupa com a integridade cristã, Eduardo Inki motiva a União de Mocidade para uma vida mais comprometida com os princípios da Palavra de Deus. Provavelmente eles não sabiam, mas a organização era oficialmente uma das primeiras Uniões de Mocidade organizadas no Brasil. Conta a história que muitas outras uniões de jovens foram organizadas motivadas pelo fato histórico ocorrido a 100 anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">À semelhança de hoje, nada é perfeito. Daquela época aos atuais dias, muitos não se importam com o compromisso de seguir os passos de Jesus e obviamente que isto causa tristeza. No entanto outros nos enchem de alegria. A própria história relata que muitos viveram em temor a Deus, não se envolveram com os oferecimentos do mundo, outros se tornaram evangelistas dedicados, obreiros, pastores, missionários. Mesmo que alguns descansassem à sombra, o trabalho sempre avançou pelos que arregaçaram as mangas.</p>
<p style="text-align: justify;">É tempo de agradecer. Agradecer a Deus pelos que naquela época não soltaram a mão do arado, e também pelos que em nossos dias assumem a verdadeira identidade de cristão atrás de uma carteira na faculdade ou trabalhando dentro de uma empresa. Queremos que você louve a Deus conosco, pois não é motivo de alegria somente para os jovens da “Igreja da Fazenda Velha”, mas é vitória do povo de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">É singular conhecer o plano de Deus. É especial pertencer a Jesus. Temos motivos verdadeiros para dobrar os joelhos e louvar ao Senhor. Do início, para os dias atuais, podemos com todo o coração dizer: “O nosso socorro está em o nome do Senhor, criador do céu e da terra” (Sl 124.8). Amém!</p>
<p style="text-align: right;">Pr. Verner Gilberto Musenek</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=48</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cimento, areia, pedra e ferro</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=46</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=46#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
		<category><![CDATA[Todos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=46</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek Nesta semana, em reportagem na rádio CBN, a polícia civil e o corpo de bombeiros manifestaram a preocupação com o início da época das chuvas na região de Campinas. Resumiram a entrevista dizendo que a maior preocupação está concentrada nas “construções...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Pr. Verner Gilberto Musenek</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta semana, em reportagem na rádio CBN, a polícia civil e o corpo de bombeiros manifestaram a preocupação com o início da época das chuvas na região de Campinas. Resumiram a entrevista dizendo que a maior preocupação está concentrada nas “construções mal planejadas ou em locais de risco” e que podem oferecer perigo aos moradores que vivem dentro destas casas. Eventualmente presenciamos na mídia em geral tragédias ocasionadas por desmoronamentos que envolvem a chuva e construções fracas ou em lugares inadequados.</p>
<p style="text-align: justify;">A Bíblia, em conhecida passagem, também fala de construção e chuva. Trata-se de um construtor que edificou a casa sobre a areia e outro que a fez sobre a rocha. O texto bíblico, de forma resumida, ensina a importância de se ouvir e praticar as palavras de Jesus. Este é prudente e sabe onde e como constrói sua moradia (Mt 7.24-27).</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje é Dia da Bíblia e este dia especial deve nos alertar para uma avaliação de como está o crescimento e progresso espiritual de nossas vidas. Afinal, como estão nossas <em>construções </em>ou <em>casas espirituais?</em> Como tenho me alimentado espiritualmente? Tenho consultado o livro de fé e práticas? A casa está “sobre a rocha”?<span id="more-46"></span>Fala-se pouco da Bíblia em nossos dias. E quando se fala, é para questionar ou colocar à prova o que está escrito. Também há pouco estudo ou seminários que focam a Palavra de Deus. Nota-se que a preocupação está em gerenciamento de liderança e como adotar técnicas para que a igreja fique cheia de pessoas. Até instituições teológicas têm se afastado do ensino das Escrituras – muitas vezes nomes de pensadores e filósofos estão sendo mais citados do que o Senhor Jesus. Como conseqüência deste afastamento da Bíblia,  hoje lamentavelmente vemos líderes escorregando e manchando a igreja de Cristo com atitudes vergonhosas e desrespeitosas. Os “ventos e as chuvas” têm causado um grande estrago nas construções – porque a casa não está sobre a Rocha.</p>
<p style="text-align: justify;">Na era do conhecimento e na correria e busca por sempre “saber mais”, muitos têm deixado os ensinamentos da Palavra de Deus para segundo ou terceiro planos. É triste, mas para muitos a Bíblia tem sido livro apenas do domingo. Toda semana não é consultado, e há fraqueza espiritual. Os ventos sopram, a chuva cai, e os primeiros “trincos” facilmente aparecem na construção que não se preocupou com o fundamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós gostamos de conviver com pessoas que dominam a área em que atuam. Se formos a um médico, queremos sentir segurança em suas considerações. Com uma cozinheira, mecânico ou pedreiro, é a mesma coisa. Buscamos pessoas que se dedicam em suas responsabilidades e que podem exercer as atividades de modo que o que for realizar, seja bem feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos cristãos, cabe a cada um procurar seu amadurecimento e progresso espiritual. Após o leite, é preciso alimento sólido para o desenvolvimento. Paulo, aos Coríntios, lamenta a falta de progresso espiritual ao longo dos anos: “Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais (1Co 3.2). Lamentavelmente falta convicção ao povo de Deus. E ultimamente até chuvas fracas e ventos menos fortes têm abalado e desestruturado muitas “casas”. Há demasiada ênfase em ritmos e coreografias musicais. Letras com mensagens não claras evidenciam a falta de uma real espiritualidade. Muita euforia, pouco crescimento. Excesso de emocionalismo, porém pouca sensibilidade de coração para ação do Espírito.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas também é preciso agradecer. Agradecer porque o centenário da igreja é caracterizado por tantos que por aqui passaram e ainda estão, e que levam a sério os ensinos da Palavra de Deus. Mesmo sabendo que os mais variados tipos de problemas surgiram durante estes 100 anos, não há relato que a igreja tenha tido problemas com assuntos doutrinários ou que tivesse acontecido qualquer tipo de divisão por conta de interpretações doutrinárias diferentes. Quando Jesus escolhe e comissiona os discípulos, há diversidade de profissões e também de personalidades: pescadores, cobrador de impostos, médico, etc. Mas eram unânimes em uma coisa: a fé que tinham em Cristo Jesus. Com alegria, podemos olhar para o passado e agradecer a Deus pela firmeza doutrinária que nossos antepassados tiveram.</p>
<p style="text-align: justify;">Se para você todo problema é um grande problema, comece a ler a Bíblia. Obviamente que eles não vão desaparecer, mas poderão ser vistos de uma outra forma. Se algumas “trincas” aparecem com facilidade, reforce a estrutura. Se os “ventos” ou as “chuvas” tiram a motivação de se envolver na obra do Senhor, coloque mais “cimento, areia, pedra e ferro”. Quando o mundo quiser te derrubar, mostre porque a Bíblia deve ser lida e estudada.</p>
<p style="text-align: justify;">Não ceda aos vendavais e à chuva. Que a Bíblia mantenha os nossos pés firmes nos propósitos do Senhor!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=46</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mussarela por ricota</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=44</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=44#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
		<category><![CDATA[Todos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=44</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek. Ainda no mês de dezembro fiz uma visita de rotina a um cardiologista e, à semelhança de conselhos que muitos médicos dão, este não foi diferente: recebi uma lista de alimentos que não fazem nada bem para o nosso corpo. Dentre...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Pr. Verner Gilberto Musenek.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no mês de dezembro fiz uma visita de rotina a um cardiologista e, à semelhança de conselhos que muitos médicos dão, este não foi diferente: recebi uma lista de alimentos que não fazem nada bem para o nosso corpo. Dentre frituras, leite integral, carnes gordurosas e massas, o médico enfatizou sobre o perigo de se comer queijo mussarela excessivamente. Até recomendou que nem de vez em quando deveríamos comer, dada a quantidade de gordura animal que contém no produto e o mal que faz para o coração.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, para não desanimar, nesta mesma lista que o médico deu há opções mais saudáveis ou menos agressivas ao corpo humano que podem substituir os alimentos menos indicados. São as trocas: carne gorda por carne mais magra, leite integral por leite desnatado, doces por frutas, mussarela por ricota – além da necessária e até obrigatória prática de exercícios. Gosto de mussarela e pelo menos nos vemos “cercados” por este alimento em muitos pratos que comemos no dia-a-dia. Desde o pão do café da manhã com uma fatia de queijo até a famosa pizza ou um rápido lanche. Tentando me justificar, o especialista em coração insistentemente reforçou: “Está comprovado. Gordura animal faz mal. Queijo faz mal para o coração. Troque por ricota ou produtos similares do tipo <em>light</em>”.<span id="more-44"></span>Todos estes conselhos médicos que nós tão bem conhecemos também trazem lições para a manutenção da nossa vida espiritual: a necessidade de trocas e a importância das mudanças. Trocar para um melhor resultado; mudar para conseguir atingir um objetivo. Alguém já disse: <em>“Continuar agindo do mesmo modo ou fazendo a mesmo coisa, oara o coraçte reforçou mas esperar resultados diferentes, é tolice.”</em> A frase é agressiva, mas é verdadeira. Por tantas vezes reclamamos das coisas, mas não nos preocupamos em buscar alternativas para que novos resultados sejam alcançados. Esperamos mudanças na vida do próximo; esperamos mudança no professor; queremos mudanças nos pais, no pastor ou em um aluno; queremos mudanças nos amigos; no marido ou na esposa; queremos mudanças na igreja – mas muitas vezes não oferecemos mudanças para nós mesmos – porque é desconfortável. O discurso é bonito e tem suas razões, mas trocar mussarela por ricota não é tão simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Do latim <em>religare, </em>a religião tem a finalidade de “religar o homem com Deus”. Se tem que religar, subentende-se que estávamos desligados, separados. E é verdade que todos sabemos: pelo pecado, estávamos todos separados de Deus. A Bíblia, do início ao fim traz a opção de mudanças para a raça humana. Cristo consumou a necessidade de reavaliarmos nossa condição espiritual e, além da salvação, trazer para a prática um novo modo de vida. No Antigo Testamento, no livro de Jeremias, há um apelo do profeta para que o povo optasse por mudanças: <strong>“Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Corrijam a sua conduta e as suas ações, eu os farei habitar neste lugar”</strong> (Jr 7.3) &#8211; a condição para Deus os abençoar era a capacidade de pararem com algumas práticas e escolherem obedecer ao Senhor. No Novo Testamento, apóstolo Paulo também fala sobre o antes e depois: “<strong>O que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade” </strong>(Ef 4.28) &#8211; mais do que a prática de pegar o que não lhe pertence, a principal lição do texto é a capacidade de não fazer mais o que se fazia antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para este novo ano que se inicia, temos, cada um com si mesmo, enormes desafios. Desafios de trocas que podem trazer incômodo para nós e para os que estão próximos de nós por atitudes que proporcionem crescimento e amadurecimento espiritual. Toda a igreja é fortalecida quando os membros, individualmente, estão espiritualmente saudáveis. Trocar o desinteresse, pelo interesse. Trocar o afastamento, pela aproximação. A reclamação e críticas, pelo envolvimento e sugestões. A incompreensão, pela capacidade de avaliar. O ódio pelo perdão. Trocar desculpas pela coragem de assumir que posso contribuir muito mais e melhor para que coisas melhores venham a acontecer. Nossas “trocas” pessoais dependem somente de nós mesmos. E o melhor: proporcionam maravilhosos resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Se em tantas áreas de nossa vida queremos resultados diferentes, vamos mudar. Não há outro caminho: se queremos que a igreja tenha um coração saudável, os modos antigos, os vícios ou maus costumes terão que ser trocados. Não há como pessoalmente se justificar; bem no nosso íntimo reconhecemos e sabemos das mudanças que precisamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para edificação da igreja e honra e glória Dele.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=44</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não atravesse o canteiro</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=42</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=42#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
		<category><![CDATA[Todos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=42</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek Nesta semana que passou, na segunda-feira, ao fazer uma rara caminhada em final de tarde, notei uma cena um tanto curiosa que pode trazer muitas lições. Na avenida Ampélio Gazzeta, sentido Nova Odessa-Americana, no bairro industrial, um veículo sai de uma...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Pr. Verner Gilberto Musenek</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta semana que passou, na segunda-feira, ao fazer uma rara caminhada em final de tarde, notei uma cena um tanto curiosa que pode trazer muitas lições. Na avenida Ampélio Gazzeta, sentido Nova Odessa-Americana, no bairro industrial, um veículo sai de uma empresa e diretamente corta o canteiro que há entre as duas pistas, atravessando para o outro lado. Mesmo tendo um retorno alguns metros à frente, o atalho parece mais prático. Notei que já há um caminho marcado,  evidenciando que todos os dias acontece a mesma coisa &#8211; não só por aquele motorista, mas, com certeza, por outros funcionários que trabalham naquela empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">É o conveniente. O atalho acabou sendo a opção mais conveniente. Mesmo correndo o risco de ser advertido por algum policial, parece ser vantajoso cortar o caminho por onde não há caminho e economizar alguns segundos ou um pouco de combustível.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente que, no dia a dia, algumas atitudes mais convenientes devem ser tomadas e praticadas. Em diversas áreas, é importante pensar em métodos e práticas que apresentem um bom resultado sem correr riscos, prejudicar ninguém ou infringir alguma lei. Mas é preciso o equilíbrio e bom senso.<span id="more-42"></span>Muitas vezes as conveniências nos atraem. E atraem também para o que é errado. Não citando regras de trânsito ou como se comportar como um bom motorista, mas no âmbito espiritual, como pessoas que temem a Deus. É triste, mas muitas vezes notamos que cristãos se afastam do padrão de conduta ensinado pela Bíblia e buscam os atalhos. Buscam as conveniências. A cada dia que passa notamos que a igreja tem se assemelhado com facilidade à forma de vida que o mundo ensina. Quando o apóstolo Paulo, em Romanos 12.1 fala que não devemos “tomar forma” ou “se assemelhar” a este mundo, ele estava ensinando que as conveniências na vida espiritual não devem ser aceitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos conhecemos a história de Daniel. Poderia ser muito mais conveniente para ele e seus amigos obedecerem ao rei Nabucodonozor. Poderiam comer e beber a vontade, pois estavam em terra estranha e em meio a muita gente. Ninguém iria perceber se cedessem a algumas conveniências. Poderiam pensar que seria muito mais fácil se envolver com comidas impuras e se curvar só por alguns instantes perante a estátua do que contrariar o rei e serem lançados à fornalha ou na cova dos leões. Mas é brilhante quando a Bíblia fala sobre a decisão do jovem Daniel: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia”(Dn 1.8).</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo acontece com o conhecido Neemias. Chegando a Jerusalém, terra de seus antepassados, foi maravilhosamente usado por Deus para liderar o povo na reconstrução dos muros. Todos os trabalhadores reconheceram sua missão e ficaram cheios de esperança. Neemias, por direito, poderia ter atitudes autoritárias, regalias e tratamento especial à semelhança de outros que anteriormente administraram a cidade. Poderia ser melhor e mais conveniente se servir dos privilégios. Até mais fácil. Mas não era líder por acaso. Declarou: “Mas os primeiros governadores, que foram antes de mim, oprimiram o povo e lhe tomaram pão e vinho, além de quarenta siclos de prata; até os seus moços dominavam sobre o povo, porém eu assim não fiz, por causa do temor de Deus” (Ne 5.15). Eis alguém que não optou pelo conveniente, mas pelo que seu coração dizia o que era correto.</p>
<p style="text-align: justify;">É lamentável quando os cristãos buscam conveniências ou facilidades na vida espiritual. Ou até mesmo na vida prática. Não freqüentar os cultos, não orar, não ler a Palavra de Deus, não cantar – parece ser mais conveniente do que praticar tudo isto. Para outros parece ser mais fácil ou prático se envolver naturalmente com bebidas alcoólicas e reagir como se fosse normal. Parece também ser mais prático criticar do que ajudar. Ou se envolver menos com as responsabilidades da igreja. Talvez pareça ser mais conveniente ficar só olhando enquanto outros limpam as mesas ou lavam louça na cozinha. Ou usar uma roupa imprópria para um momento de culto. É bem provável que haja cobrança de um comportamento exemplar das crianças que chegam até a igreja, mas é mais conveniente não sentar com elas durante o culto ou não orienta-las&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">À todos nós (incluo-me nesta reflexão): que o Senhor nos livre das más conveniências. Que em dias de tanta facilidade ensinada na esfera espiritual, haja consciência de agirmos como Daniel, Neemias e tantos outros. Mediante o conveniente, que possamos agradar a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Não atravesse o canteiro. Não busque certos atalhos. Não vá pelo “mais fácil”. Àquele que morreu na cruz por amor: a honra, glória e louvor. A honra – com a vida, e sem as conveniências.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=42</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Duas tábuas</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=41</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=41#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=41</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek. Esta semana que passou entrei em uma loja que vendia tábuas de madeira. Logo à entrada, vi uma espécie de quadro onde algo estava escrito em mandarim (dialeto chinês) e logo abaixo traduzido como: “Precisamos ser mais flexíveis”. Na verdade achei...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Pr. Verner Gilberto Musenek.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta semana que passou entrei em uma loja que vendia tábuas de madeira. Logo à entrada, vi uma espécie de quadro onde algo estava escrito em mandarim (dialeto chinês) e logo abaixo traduzido como: <strong>“Precisamos ser mais flexíveis”</strong>. Na verdade achei interessante como se deu toda a situação, pois precisava de apenas duas tábuas e fui à loja justamente na hora do almoço; então, a atendente disse que não tinha ninguém que poderia ajudar a pegar as tábuas para mim.</p>
<p style="text-align: justify;">É bem provável que rapidamente poderia pensar sobre alguns motivos por ela estar errada: “sou cliente e mereço ser bem atendido” ou “custaria alguém tirar apenas 5 minutos do seu almoço para atender um cliente?” ou ainda mais: “por que não fazem um revezamento no horário do almoço?”. Mediante estes pensamentos que até passaram pela minha mente, lembrei do quadro e preferi dizer: “Não tem problema. Eu é que cheguei no horário de almoço e esta hora é sagrada”. Resumindo: eu mesmo peguei as tábuas.<span id="more-41"></span>Quando falamos em ser flexíveis, com certeza teríamos inúmeras situações em que concordaríamos com a possibilidade, mas também aconteceriam outras situações em que não haveria a possibilidade de ser maleável. Como crentes em  Cristo Jesus, uma área onde acreditamos não ser possível ser flexível são as doutrinas bíblicas ou os fundamentos básicos da fé cristã. A criação do mundo, o problema do pecado, o amor de Deus através do seu filho Jesus Cristo, a necessidade de arrependimento, o perdão dos pecados, a segunda vinda de Cristo, entre outros, são questões que devem ser inflexíveis perante outras doutrinas que ensinam outras coisas que são contra as doutrinas bíblicas. A Palavra de Deus é nossa regra de fé e prática – não há acordo para ensinamentos espirituais fora da Bíblia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas também existem áreas do comportamento humano que necessariamente devem ser flexíveis para um viver melhor na sociedade. O mundo e o mercado de trabalho têm mostrado que não há mais espaço para pessoas desequilibradas ou que a todo tempo estão reclamando de todas as coisas quando as situações não acontecem ao seu gosto. Ser flexível é a capacidade de raciocinar se de fato as situações precisam acontecer do modo como eu quero. Lembro-me que quando trabalhava no hotel em Campinas aprendi alguns procedimentos que os julgava corretos na rotina de trabalho. E quando tinha que treinar um funcionário novo, acreditava que daria certo se fosse somente do jeito que eu estava ensinando – até que um dia um novo colega de trabalho disse: <em>e se eu fizer deste outro modo e chegar no mesmo objetivo, qual o problema?</em> Aí então refleti que estava excedendo em ser inflexível. E aprendi que as coisas e as situações não só poderão ser diferentes do modo como fazia, mas que não precisavam ser iguais do modo como eu estava acostumado a fazer. Quando “abri os olhos” para esta importante realidade, notei como tudo pode melhorar à nossa volta no dia-a-dia nos relacionamentos interpessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">A Palavra de Deus não usa exatamente as palavras como “torne-se flexível”, mas de igual conteúdo quando diz que uma parte do fruto do Espírito chama-se “domínio próprio” (Gl 5.23). Também notamos quando o apóstolo Paulo escreve à igreja de Colossos a nítida orientação que ele dá sobre a diferença entre as pessoas: <strong>“Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem”</strong> (Cl 3.13b). Mesmo salvos por Cristo, somos diferentes uns dos outros e jamais todas as situações ou pessoas serão do modo como cada um acha correto.</p>
<p style="text-align: justify;">É triste quando crentes em Cristo demonstram inflexibilidade em relação as diferenças entre as pessoas. Por vezes podemos “sentir” que, para alguns, se o outro irmão não se comporta do modo como gostaria, então logo surgem as críticas. Muitos vivem tristes e amargurados simplesmente pelo fato de acharem que todos devem pensar do mesmo modo em relação aos mais diversos assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Bíblia nos traz uma orientação especial sobre o crivo pelo qual nossa mente deve passar antes de apenas demonstrar falta de domínio próprio: <strong>“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento”</strong> (Fl 4.8).</p>
<p style="text-align: justify;">Da próxima vez que nem tudo ocorrer do seu agrado, conte até 10 e pense sobre a riqueza de ser mais flexível; de procurar entender a situação. Antes de criticar a falta de funcionários, verifique se você não foi em horário impróprio para comprar alguma coisa. Seja flexível e pegue você mesmo as tábuas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=41</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Onde estão as crianças?</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=40</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=40#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
		<category><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=40</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek. O título parece estranho, pois sabemos que as crianças estão em todo o lugar. Mas crianças diferentes. Crianças que tão cedo aprendem palavrões ou modos reprovados de comportamento. Crianças mais envolvidas com a televisão do que com o brincar com os...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Pr. Verner Gilberto Musenek.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O título parece estranho, pois sabemos que as crianças estão em todo o lugar. Mas crianças diferentes. Crianças que tão cedo aprendem palavrões ou modos reprovados de comportamento. Crianças mais envolvidas com a televisão do que com o brincar com os pais; crianças mais comprometidas com o videogame do que com as crianças da mesma idade. Crianças que por vezes já crescem adultas; crianças que não conhecem educação e limites. E conseqüentemente resultados que desafiam educadores, psicólogos e os próprios pais a reagirem na tentativa de consertar o que não foi cultivado na devida idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Dedico esta pastoral para o Dia das Crianças, mas com uma finalidade especial: trazer a reflexão de onde as crianças estão vindo, onde estão crescendo, como estão se desenvolvendo e para onde irão.<span id="more-40"></span>Humanamente, temos a grande facilidade de condenar atitudes dos pequeninos que julgamos erradas. E de fato, eu e Mariza temos tido a experiência de vivenciar com a nossa pequena Letícia como o pecado de fato é herdado de Adão e inato desde o nascimento. Obviamente que a tendência pecaminosa não é reconhecida somente nas criancinhas, mas todos nós adultos já provamos isto para nossos pais quando também éramos crianças. Apenas nos esquecemos que já fomos pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, que julgamento podemos fazer dos pequenos? Será que o título da pastoral não seria melhor se fosse: “Onde estão os pais?” Lamentavelmente toda a sociedade vive e assiste o desenvolvimento de crianças que crescem sem a presença dos pais, ou que, mesmo fisicamente presentes, são pais ausentes em critérios de educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero compartilhar três situações ou cenas que tenho presenciado e que tem me despertado a atenção:</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira delas ouvi de uma professora de natação quando questionei quais são os benefícios ou motivos para um criança (ou um nenê) começar a praticar natação tão cedo – o curso é dado para crianças a partir de dois anos de idade! A primeira resposta dela foi: “a criança aprende a convivência social; ela aprende a interagir com outras crianças”. A professora argumentou que as crianças de nossa época estão crescendo sozinhas, sem estímulo dado pelos pais para o envolvimento com outras crianças e isto tem refletido negativamente e acentuadamente nas fases adolescente e jovem.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda situação saiu no jornal “O Liberal” na quarta-feira desta semana e retratava o comportamento de uma criança em uma creche de Nova Odessa: “Garoto de seis anos é impedido de estudar por comportamento”. A matéria falava de uma criança de seis anos de idade que, pelo motivo de ser muito violenta, não tinha condições de estar junto com outras crianças e que precisava de acompanhamento psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">A terceira situação pode ser até cômica, mas ao mesmo tempo é preocupante. Tenho notado que há um costume generalizado das pessoas (geralmente os homens) de tratarem uns aos outros com a expressão “véio”. Outro dia presenciei em um banheiro público dois jovens conversando e, a todo instante, um se dirigia ao outro tratando de <em>véio</em>. Mas o mais interessante: eu e Mariza estávamos em frente de casa em um dia a tarde e notamos vários alunos saindo da escola que fica próxima a nossa casa. Pelo menos uns cinco garotos de aproximadamente oito anos de idade estavam conversando entre si chamando um ao outro de <em>véio</em>. Concordo que esta expressão ou gíria pode evidenciar amizade, confiança ou mesmo intimidade, mas é sabido que esta expressão tem sua origem no companheirismo e conversa dos bandidos e traficantes de drogas. Se ver jovens usar este costume já é de chamar a atenção, para crianças tão novas é um tanto estranho e preocupante ver como eles vêem a necessidade de se comportar como adultos e a facilidade que têm de se copiar expressões que nasceram na malandragem. A afetividade que deveria ser demonstrada com atitudes e companheirismo tem sido substituída com linguagem aprendida com pessoas que não tem comprometimento com uma vida correta e exemplar.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas crianças estão crescendo sozinhas. Mesmo acompanhadas, o mundo tem levado vantagem nos ensinamentos. A Bíblia alerta sobre a necessidade do correto desempenho e responsabilidade do papel dos pais: <em>“Quando eu era criança, vivendo na companhia de meu pai, o único na estima de minha mãe, ele me ensinava e dizia: Que o teu coração conserve as minhas palavras; guarda os meus mandamentos para que tenhas vida”</em> (PV 4.3,4).</p>
<p style="text-align: justify;">No Dia das Crianças, um desafio aos pais: ter as crianças ao lado e saber que elas estão conosco. E tão importante quanto isto, como pai e mãe, ter moral e responsabilidade de poder dizer aos filhos: “Que o teu coração conserve as minhas palavras”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=40</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pane espiritual</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=39</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=39#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=39</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek. Na terça-feira dia 09 de junho, aconteceu uma espécie de pane nas linhas telefônicas em todo o estado de São Paulo. Durante todo o dia as pessoas tinham grande dificuldade de fazer e receber ligações. De um modo generalizado, muitos negócios...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Pr. Verner Gilberto Musenek.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terça-feira dia 09 de junho, aconteceu uma espécie de pane nas linhas telefônicas em todo o estado de São Paulo. Durante todo o dia as pessoas tinham grande dificuldade de fazer e receber ligações. De um modo generalizado, muitos negócios foram prejudicados e houve grande reclamação à empresa que administra a telefonia. De fato, em pleno século 21 com o avanço incontrolável da informática, diversos setores da sociedade dependem deste meio de comunicação para o trabalho do dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">E esta é a realidade: até vinte ou trinta anos atrás quase ninguém precisava de telefone celular, aparelho de fax, internet, entre outros eletrônicos – e todos vivam muito bem. A história hoje é outra: bastam algumas horas sem a possibilidade de uso de alguns destes equipamentos e há uma espécie de desespero generalizado. É verdade que é preciso reconhecer que o avanço tecnológico também tem ajudado diversas áreas que antes não podiam contar com muitos recursos que foram desenvolvidos. E conseqüentemente a eficácia e resultados melhoraram acentuadamente. Mas ao mesmo tempo que notamos tanto progresso, também é estranho ficar refém da tecnologia que a cada dia “domina” mais o ser humano.<span id="more-39"></span>A ênfase desta pastoral não é destacar a tecnologia nos dias atuais, mas sim trazer reflexão sobre o “estar acostumado” com tudo o que nos cerca diariamente. Sem que percebamos estamos cada vez mais dependentes de coisas para que a vida caminhe – se é que, com tudo isto, podemos dizer que a vida está caminhando. Mesmo sem notar, pessoas ficam nervosas porque não conseguem se conectar na internet ou pelo motivo de alguém simplesmente não atender o celular.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos aprender com o conceito de “estar acostumado”. Não só na tecnologia, mas em tudo o que envolve a nossa vida, estar habituado a algumas situações é um dos maiores empecilhos à reflexão ou amadurecimento de caráter. Obviamente que estar acostumado com algumas coisas ou situações não significa estar sempre errado. Eventualmente nos habituamos com o que dá certo e isto indica segurança e bons resultados. A realidade é que, na maioria dos casos, as pessoas sempre se acostumam com mais confortável – e é neste sentido que há mais preocupações com o desenvolvimento espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida cristã não exige dependência de recursos tecnológicos; mas exige dependência de Cristo. Lamentavelmente muitos cristãos se queixam de não poder usar algum aparelho eletrônico quando o mesmo está com problemas, mas poucos se preocupam em usar a oração como o melhor recurso para conversar com Deus. Outros tantos não conseguem passar um dia sem usar a internet, mas também não se  incomodam em não ler e estudar a Palavra de Deus. Infelizmente vivemos uma época em que muitos crentes se acostumaram a viver uma espiritualidade superficial. Entendo sim que este não é um problema somente de nossa época, uma vez que apóstolo Paulo já reclamou dos membros da igreja em Corinto não desejarem um alimento sólido: <strong>“Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais”</strong> (1Co 3.2). Mas pela história notamos que nossos pais e avós tinham pelo menos mais respeito pela Bíblia e dependência de Deus. No lugar de tantas coisas, idéias e conceitos, Deus estava perto e sempre fazendo parte da vida de cada um. É preocupante: mas parece que hoje as importâncias têm o seu determinado lugar na vida de cada um – e o Senhor tem apenas o domingo para ser buscado e conhecido. E o mais dramático: estar se acostumando com tudo isto.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os que foram ao Rio de Janeiro para visitar irmã Tabita sabem do sentimento que tivemos ali, nos momentos em que estivemos com ela. De verdade, foi espiritualmente saudável. Vimos e presenciamos algo muito agradável – algo que irmã Tabita constantemente tem vivido durante sua vida: compromisso com o Senhor. Mas, um alerta: verdadeiramente não era para ser uma grande novidade para todos nós, afinal a vida e dependência espiritual dela deveria ser a nossa também. Nos sensibilizamos pelo que já deveria ter nos sensibilizado: o caminhar com Cristo. De verdade, lá no Rio saímos do que “estamos acostumado” para ver as maravilhas do Senhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós podemos ver mais as maravilhas do Senhor. Podemos nos acostumar de uma forma saudável a viver uma vida espiritual mais séria e comprometida com Cristo. E o mais importante é que, quando o telefone, fax, celular ou internet não funcionar, nós não estaremos em pane; vamos sempre “funcionar com Cristo”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=39</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O óbvio</title>
		<link>http://www.pibno.org.br/?p=17</link>
		<comments>http://www.pibno.org.br/?p=17#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 15:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usr_pibno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pibno.org.br/?p=17</guid>
		<description><![CDATA[Pr. Verner Gilberto Musenek A cada “crise” que aparece todos nós podemos reaprender algumas lições que deixamos de lado. Não é novidade que temos a facilidade para sempre optar pelo mais fácil ou prático, mas nos esquecemos que nem sempre hábitos comuns significam uma vida...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Pr. Verner Gilberto Musenek</p>
<p style="text-align: justify;">A cada “crise” que aparece todos nós podemos reaprender algumas lições que deixamos de lado. Não é novidade que temos a facilidade para sempre optar pelo mais fácil ou prático, mas nos esquecemos que nem sempre hábitos comuns significam uma vida saudável ou correta. Na verdade nos acostumamos com o errado a ponto de alumas atitudes parecerem corretas ou comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos o país viveu no drama da possível falta de energia, mais conhecido como o “apagão”. Houve uma mobilização da sociedade nas casas, nas fábricas de eletrodomésticos, como também de funcionários nas empresas – todos se empenhavam para diminuir o consumo de energia. Aprendemos, ou melhor, relembramos que podemos economizar energia com gestos simples e óbvios.<span id="more-17"></span>No final do ano passado, em meados de outubro, chegou ao conhecimento mundial que uma crise financeira abalaria as estruturas econômicas dos países – aliás, acredito que umas das palavras que mais ouvimos neste últimos meses é esta: crise. Mas, foi e tem sido notável como reaprendemos: quem gastava mal ou sem consciência ou mesmo administrava desordenadamente o seu dinheiro, começou a refletir sobre o valor do mesmo. Quem costumava comprar um aparelho de celular a cada três meses, notou que este luxo não está mais tão acessível. Quem costumava comprar supérfluos, roupas ou equipamentos desnecessariamente, agora já reflete antes. É o óbvio.</p>
<p style="text-align: justify;">E, por último ou mais recente, reaprendemos a nos higienizar melhor. A gripe suína – como é melhor conhecida – despertou ou relembrou a sociedade no mundo inteiro sobre a necessidade de, por exemplo, lavar as mãos. Ou mesmo de se colocar a mão na frente da boca quando se espirra ou tosse. Ou também o simples ato de limpar melhor utensílios que são usados para os alimentos. Nem sempre damos importância para detalhes que envolvem a nossa saúde, e alguns até não consideram tão importante a necessidade de se lavar as mãos para comer uma fruta. Certa vez ouvi: “Quando era criança, no meu tempo, não precisava nada disto”. Acontece que hoje são outros tempos, e muita coisa mudou. Mudou tanto que simplesmente não conseguimos ver o mal que por vezes pode estar em um simples tomate que várias pessoas colocaram as mãos ao escolher na banca de um supermercado. Então, temos que lavar as mãos. Temos que higienizar os alimentos. Temos que levar as mãos à boca ao tossir ou espirrar. É o óbvio, mas muitos tinham esquecido.</p>
<p style="text-align: justify;">As crises nos ensinam. E ensinam muito. Mas o mais interessante (e até preocupante), é que há um investimento em propagandas na televisão, revistas e jornais para ensinar o que já sabemos. Podemos analisar e concordar friamente que temos a necessidade de aprender com as dificuldades. Parece que algo mais grave deve acontecer para que medidas mais enérgicas ou conscientes sejam tomadas. O óbvio deve ser ressuscitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Os momentos de inconsistência, instabilidade, de crise, nos assustam. Mas também podemos e devemos refletir: o que seria necessário para que o povo cristão aperfeiçoasse o amadurecimento espiritual e se aproximasse de Jesus? Como o Senhor nos desafiaria a orar mais, ler mais, trabalhar mais para o seu reino? Como entenderíamos melhor que a igreja deve ser uma benção para o crente e o crente uma benção para a igreja? Como seríamos despertados para missões? Como seríamos lembrados que nosso comportamento e testemunho devem ser íntegros? Afinal, como reaprenderíamos o óbvio na vida espiritual?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Jesus estava com seus discípulos, ele deu importantes lições. Mas é de se notar que algumas delas também pareciam óbvias, mas que mereciam ser relembradas. Em Lucas 12.22 a 33, Jesus fala com seus seguidores sobre a ansiedade da vida – que eles estavam ansiosos pelo que haveriam de comer ou vestir. O Mestre convida-os a olharem para os pássaros e então refletirem que se Deus cuida dos pássaros, também cuidaria dos seus filhos. E Jesus faz uma pergunta óbvia: <strong>“Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?”</strong> (Lc 12.25). Ora, é obvio que ninguém pode aumentar o tempo da sua existência dentro do que já está pré-estabelecido por Deus, mas Jesus estava os convidando para a análise da vida espiritual e suas prioridades: <strong>“Buscai, antes de tudo, o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas”</strong> (Lc 12.31). Cristo estava ensinando que, mais do que comida ou roupa, o seu reino é mais importante e coisas espirituais são essenciais para o bom desenvolvimento do caráter cristão.</p>
<p style="text-align: justify;">Diretamente as crises não são boas, pois nos afetam. Seria mais fácil se atitudes básicas fossem rotina em nossas vidas, mas muitas vezes somos relembrados pelo óbvio; pelo que já sabíamos. Reaprendemos a lavar as mãos, apagar a luz e controlar o uso do dinheiro. E o Senhor Jesus já nos alerta, há muito tempo: “Buscai, antes de tudo, o seu reino”. Não vamos esperar pelo óbvio. Lave a alma, apague o desânimo e doe-se para o Senhor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pibno.org.br/?feed=rss2&amp;p=17</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
